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1.0 - O Vault => Bar do Vault => Tópico iniciado por: Slaughter em Fevereiro 07, 2014, 05:49:28 am
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É negada, DE NOVO! Eu tenho escutado esses rumores desde ano passado, e ganharam força nessa semana. Novamente teremos calendários fundidos em todos os orifícios, alias esse ano certeza que o calendário vai pro caralho - Copa + Greve + Eleições, sem contar que aqui em Belém tem Círio de Nazaré em Outubro. Eu SEI que eles tem problemas, não tão tão bem pagos quanto deveriam ser, precarização do ensino, etc, mas não tá na hora de fazer uma nova greve meros dois anos depois! PUTA QUE PARIU!
Eu deveria ter estudado pra concurso, meu deus...
http://oglobo.globo.com/educacao/servidores-de-instituicoes-federais-devem-entrar-em-greve-em-marco-11519502
Servidores de instituições federais devem entrar em greve em março
Sindicato da classe se reúne este fim de semana, em Brasília, para decidir o dia exato em que a paralisação vai começar
Entidades de UFF e UFRJ aprovaram indicativo de greve. Serviço de restaurantes, limpeza e atendimento em secretarias pode ser afetado
Professores se reunirão em congresso no Maranhão para discutir sobre condições precárias de trabalho
sobre condições precárias de trabalho
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LEONARDO VIEIRA (Email · Twitter)
Publicado: 6/02/14 - 10h43
Atualizado: 6/02/14 - 14h45
RIO - O ano letivo para milhares de alunos de universidades e institutos federais começa com luz amarela acesa. Cerca de 180 mil servidores e técnicos administrativos dessas instituições podem cruzar os braços em março deste ano. A categoria alega que, desde 2012, quando se juntou aos professores numa greve nacional que durou meses, os reajustes salariais obtidos após a paralisação não teriam servido nem para repor a inflação.
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Neste fim de semana, 160 delegados da Federação dos Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra) vão se reunir para decidir o dia exato em que a greve começará. De acordo com o coordenador-geral da Fasubra, Paulo Henrique dos Santos, a grande maioria dos sindicatos das universidades é favorável que a paralisação comece na segunda quinzena de março. Associações de servidores como as da UFRJ e UFF já aprovaram indicativo de greve no mês.
- Quando o governo estipulou no fim da greve de 2012 que teríamos reajustes em três parcelas anuais de 5%, nós argumentamos que isso não serviria nem para cobrir a inflação. Deu no quê deu: de 2013 a 2015, teremos aumento de 15%, e uma inflação com mais de 20% - argumenta o coordenador-geral da Fasubra.
Com a paralisação do setor, serviços como limpeza dos campi, bandejões e secretarias acadêmicas podem ser afetados. Com relação í s aulas, o futuro também é incerto. Do dia 10 a 15 de fevereiro, professores organizados em torno do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) também vão se reunir no 33º Congresso Geral do Andes-SN, em São Luis (MA).
A presidente do Andes, Marinalva Oliveira, explica que o sindicato apenas "suspendeu" a greve em setembro 2012, após 135 dias de paralisação, mas que o movimento ainda continua. Em agosto daquele ano, o governo federal tinha fechado acordo com outro sindicato representante da categoria, o Proifes, prevendo reajustes salariais para os docentes de 25% a 40% até 2015.
Logo após o acerto, o aumento foi incluído na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2013, não dando margem para outras negociações. Por isso, segundo Marinalva, o Andes decidiu apenas suspender a greve.
Mas se naquele ano o motivo principal para a paralisação era a questão salarial, desta vez o Andes quer exigir do governo federal medidas contra a "precarização do trabalho" dos professores. A categoria aproveitará o encontro para definir o "plano nacional de lutas", com pautas que vão de maior autonomia universitária até a contratação de novos professores. Além disso, professores pretendem abordar a falta de estrutura para ensino em algumas instituições e denunciar casos como o do campus da UFF em Rio das Ostras, na Região dos Lagos, onde alunos têm aulas em contêineres improvisados.
Segundo Marinalva, a "expansão desordenada" do Reuni provocou um aumento desproporcinal do número de alunos em relação ao ingresso de novos docentes por concurso público, fazendo com que muitos tivessem uma jornada de trabalho incompatível com os salários. Além disso, ela critica que a carreira desenhada pelo MEC não desvincula ensino, pesquisa e extensão, tarefas que acabam se acumulando para o professor. Mesmo sem antecipar se o Andes confirmará a volta da greve no encontro, Marinalva afirmou:
- As condições estão piores, os professores estão indignados, e isso pode conduzir a categoria a dar alguma resposta para o governo, já que ele não nos dá uma resposta.
Acusada pelo Andes de ter fechado acordo com o governo federal em 2012 sem representar a classe docente, o Proifes se defende. Para o presidente do sindicato, Eduardo Rolim, não há motivos para greve em um futuro próximo, já que o governo federal está cumprindo em dia com os compromissos de reajustes salariais. Ele também reconhece problemas com o Reuni, mas prefere observar o programa de um jeito mais amplo:
- Não acho que haja hoje uma motivação para greve como houve em 2012. O quadro é diferente porque estamos em plena implementação dos reajustes salariais. E não gosto de usar a palavra 'precarização'. Nunca no Brasil tivemos uma expansão universitária como essa. Só ano passado foram criadas mais quatro universidades federais. Em 2006, tínhamos 57 mil professores. Hoje temos na ordem de 70 mil, um incremento de 23 mil novos docentes. E todos tiveram esses reajustes.
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GREVE CONFIRMADA! DIA 17 DE MARí‡O! FUDEU! DIGA ADEUS AO SEU CALENDíRIO ESCOLAR!
Fonte: http://www.sint-ifesgo.org.br/noticias/3059/
SERVIDORES PíšBLICOS FEDERAIS APROVAM GREVE PARA O DIA 17 DE MARí‡O
12/02/2014
11 Fevereiro 2014
A ampla maioria dos 161 delegados presentes í Plenária Nacional Estatutária, realizada pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores Em Educação das Universidades Brasileiras - Fasubra Sindical neste final de semana, em Brasília, deliberou pela deflagração da greve da categoria no dia 17 de março. No total, 39 entidades enviaram representantes í Plenária. Dessas, 24 apresentaram-se com posição de assembleia a favor da greve, 7 apresentaram-se contrárias, houve 6 abstenções, 1 não apresentou proposta e havia 1 estadual.
Depois de dois dias de debates sobre a conjuntura política e econômica do país e as demandas da categoria, tais como: o cumprimento do acordo de greve de 2012 (no que tange í resolutividade dos grupos de trabalho), o posicionamento do Governo quanto í pauta específica da categoria, o caos após a criação da EBSERH, a rejeição em garantir os turnos contínuos (30 horas), foi avaliado e aprovado que a categoria tem sim condições de implementar uma greve forte, agora no dia 17 de março de 2014.
As posições levaram em conta, principalmente, o ataque do Governo í categoria, implementado pela consolidação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares e a falta de resposta a nossa pauta, devido a priorização, por parte do governo, da política macro-econômica, sem considerar fatores de ordem social, como a prestação de serviços públicos de qualidade í população mais carente.
Outro elemento, que influiu na decisão da categoria, foi o não reconhecimento dos títulos de qualificação e capacitação dos aposentados, acordado com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) durante a greve de 2012, que até a presente data não entrou em vigor, estando essa parcela da categoria sem benefícios a que teria direito conforme o Anexo IV, que trata do incentivo a qualificação. Desde o fim da greve de 2012, a Fasubra tem realizado várias incursões tanto ao MEC, como ao MPOG, para tratar do assunto, sem, no entanto, conseguir vencer a inércia do Governo para reverter a situação.
Confira a o caléndário da Camapanha Salarial:
Um calendário de atividades foi apresentado pela categoria e obteve votação positiva. Ele contempla:
20/02 "“ Dia Nacional de Luta
17/03 "“ Deflagração da greve
17/03 "“ Instalação do Comando Nacional de Greve
09/04 "“ Marcha das Centrais sindicais com atividades nos estados.
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Na minha universidade os funcionarios nao merecem nem um puto do salario deles. Sao moles demais.
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Pois é... A parada é esperar pra não rolar outra greve generalizada das federais.
O pior é ver nego retardado na faculdade dizendo que greve é sempre ótimo... Pff...
Eu já me fudi pra caralho ano passado, 3 períodos em 1 ano pra recuperar da greve. Fora o próprio ano da greve.
Nego só quer saber de ficar sem fazer porra nenhuma, e quem se fode são os alunos.
Não sou contra greve, mas porra.. SEGUIDO? Quando a gente acabou de se recuperar da outra?
Ai não dá...
Chega a dar vontade de prestar vestibular pra PUC numa hora dessas...
Ah, UFRJ...
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Pois é... A parada é esperar pra não rolar outra greve generalizada das federais.
O pior é ver nego retardado na faculdade dizendo que greve é sempre ótimo... Pff...
Eu já me fudi pra caralho ano passado, 3 períodos em 1 ano pra recuperar da greve. Fora o próprio ano da greve.
Nego só quer saber de ficar sem fazer porra nenhuma, e quem se fode são os alunos.
Não sou contra greve, mas porra.. SEGUIDO? Quando a gente acabou de se recuperar da outra?
Ai não dá...
Chega a dar vontade de prestar vestibular pra PUC numa hora dessas...
Ah, UFRJ...
Aqui o pessoal que conheço fica puto com greve mesmo, acho que quem gosta de greve são mais esses vagabundos que só ficam na universidade porque não tem nada melhor pra fazer na vida mesmo, e ficam fumando maconha fora dos horários.
Mas vai rolar sim, já tá confirmado pra 17 de Março, e é ano de eleição, e a Dilma vai se ferrar se ela for bancar a durona em 2014. Hora de abrir o baú da felicidade!
Ano passado foi assim aqui também. Minhas férias foram totalmente fatiadas ano passado, alias as minhas atuais férias foram fatiadas por dois PLEH, eu deveria tá de férias agora, to tendo aula quase todo dia, não tão apertado quanto nos horários normais, mas ta um monte de gente de férias ainda! Mas isso ai é porque um professor meu não conseguiu cumprir suas obrigações, ninguém manda querer passar aula sem ter tempo nem compromisso pra isso.